| |
O ensaio IRIS - Internal Rotary
Inspection System - é uma técnica utilizada para inspeção
de tubos de trocadores de calor e caldeiras. É empregado o princípio
convencional de pulso-eco para medição de espessuras, porém
são utilizados novos métodos para apresentação
dos resultados das medições.
Todas as medições feitas durante a varredura circunferencial
completa do tubo são mostradas na tela do computador, produzindo
imagens retangulares ou circulares em tempo real. Como alternativa pode-se
obter também a imagem nos sistemas C-Scan e D-Scan.
Medições falsas podem ser facilmente reconhecidas e compensadas
por extrapolação de medições válidas.
Esta metodologia permite a medição de espessuras remanescentes
menores que 0,5mm em condições especiais.
|
|
Vantagens do ensaio
IRIS:
• Detecta corrosão,
abrasão, pitting e furos
• Mede pits até 1,5 mm de diâmetro
e espessuras remanescentes
menores que 0,5 mm
• Inspeciona tubos de 9 a 76 mm de diâmetro
interno com o equipamento básico, podendo
chegar a 355 mm com dispositivo centralizador especial
• Evita despesas com paradas não
programadas
devido às falhas nos tubos |
|
|
| |
Utilizando-se de quatro formas de apresentação,
o ensaio IRIS informa com precisão as condições reais
do tubo.
Os equipamentos apresentam diferentes imagens da
mesma corrosão externa do tubo:
retangular, circular, C-Scan e D-Scan.

|
|
• Passa pelas curvas dos
tubos de caldeira
• Possibilita a medição
da espessura na tela e
reporta as condições reais e espessuras
dos tubos
• Fornece dados para avaliar
a vida útil dos tubos
• Inspeciona tubos ferrosos e não ferrosos
• Indica e mede abrasões provocadas
por chicanas
• Encontra problemas na área mandrilhada
dos
tubos
• Apresenta resultados fáceis de
interpretar, que
podem ser gravados em disquetes ou CDs
• Utiliza equipamento leve e portátil
• Possui sistema digital compatível
com IBM,
programas DOS e WINDOWS e auto checagem |
|
|